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Bardo da Ordem Druídica Vozes do Bosque Sagrado.

6 de março de 2006

Aos Guerreiros Pagãos

São em homens e mulheres
De Corações repletos de ideais
Que nascem os sonhos
Sonhos tão doces, tão reais...
Que deixam de ser sonhos
Desde que habitem
Com desconcertante valentia
A mais profunda morada
De seus corpos.
Sejamos então, incertos
E o mais audazes que pudermos hoje.
Lutemos, amemos
E nos perdoemos pelos anos que virão.
Sejamos imortais hoje
Para que possamos compensar
Os erros da amanhã.
Ao inimigo, não cedamos jamais
Sejamos bravos
No cumprir do destino que nos cabe
Valentes guerreiros pagãos
Pois a guerra será vencida
Antes de cairmos mortos
Em campo de batalha
Ou podres, escondidos dos Deuses,
Perecermos covardes
Sejamos bravos, então,
Imbuídos de reluzentes armaduras
Vistamos de ideais nossas almas
E logo nossos princípios
Se farão escudos
Nossas armas serão de espíritos e paixões
Nosso exército se fará tempestade
Afogando nossos inimigos
Em seus próprios egos
E por fim, nossas palavras
Rasgarão suas peles como lanças
E derramarão seu sangue
Sobre os campos que semeamos.
Nossa honra, meus caros,
Será fortaleza...
De brio e valentia plantados no peito
Marchemos...
Sobre nossos próprios medos
Surjamos,
Como a aurora que desponta no horizonte
Triunfante espetáculo
Lembrando-nos que no fim da jornada
Sorriremos, enfim gloriosos
Enquanto vislumbramos
Brotando de nosso ser
Uma fagulha de imortalidade,
Serena e singela,
Ressurgindo na escuridão,
Enquanto cruzamos as brumas
A caminho de Tir Nan Og.
Énbarr Mac Mannanan.
Com a contribuição da autora.

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