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Bardo da Ordem Druídica Vozes do Bosque Sagrado.

19 de maio de 2006

Sobre nossas estórias...

"I have always been one of those people who asks who is telling or who is taking the picture. Stories, if they are passed down to us, must be experienced by someone who either participated or witnessed the events, recorded by someone, told by someone, and passed down until they reach us"


"Eu sempre fui uma dessas pessoas que pergunta quem está contando a estória ou tirando a foto. Estórias, se são passadas para nós, devem ser experienciadas por alguém que ou participou ou testemunhou os eventos, registrados por alguém, contados por alguém, e transmitidos até chegarem a nós"

Tracy Raye Hickman
Tradução: Alexandre Malhado


Lendo as Lendas anotadas de Dragonlance noite passada encontrei essa pérola logo no início do livro. A descrição é perfeita quando fala de como um Bardo ou qualquer um que deseje ser um contador de histórias deve encarar essa prática e, no nosso caso, esse sacerdócio.

Quem experienciou as lendas que você profere? De onde surgiram tais palavras, tais fonemas? Qual a origem de cada elemento que você transmite? Qual a importância de tudo isso para quem ouvir suas palavras?

Sem praticar isso um Bardo é vazio como a casca de uma Bétula recém falecida. E é abraçando a consciência do que está por detrás dos mitos, dos contos, das estórias e das piadas que contamos que vislumbramos meios de preencher o vazio dessa casca para nela abrigar a vida e a Inspiração tão desejosos por nela se instalrarem.

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